Moradores Cobram Resposta da Secretaria de Educação do Estado, Sobre Barulho em Quadra Escolar de Macapá
Moradores da Avenida Antônio Coelho de Carvalho, em Macapá, voltaram a cobrar providências da Secretaria de Educação do Estado, diante dos constantes transtornos causados pelas atividades realizadas na quadra da Escola Dom Aristides Pirovano. Segundo os residentes, além da permanência do problema, diversos contatos e solicitações encaminhados a Secretária de Educação não teriam recebido resposta.
De acordo com os relatos, o barulho excessivo gerado por eventos e atividades na quadra tem afetado diretamente a qualidade de vida da população que reside nas proximidades. Entre os mais prejudicados estariam, idosos, pessoas enfermas e trabalhadores que necessitam de períodos de descanso durante à noite.
Os moradores afirmam que a situação já foi comunicada diversas vezes à Secretária de Educação Sandra Cassemiro, mas alegam que até o momento não receberam retorno oficial nem observaram medidas efetivas para minimizar os impactos causados pelas atividades na unidade escolar.
"A cada dia, a situação piora. Não conseguimos mais ter paz em nossas próprias casas", relatou um morador que preferiu não se identificar.
Segundo a comunidade, o problema não está relacionado à existência da quadra ou às atividades educacionais, mas à falta de regulamentação dos dias, horários e ao volume do som utilizado durante determinados eventos. Os residentes defendem que haja equilíbrio entre o uso do espaço público e o direito ao sossego da vizinhança.
Os moradores também reivindicam maior diálogo por parte da gestão e transparência no tratamento das demandas apresentadas pela comunidade. Eles afirmam que aguardam uma manifestação oficial da Secretária de Educação sobre as reclamações protocoladas.
A população pede a definição de regras claras para utilização da quadra, fiscalização do cumprimento dos horários e adoção de medidas que garantam o bem-estar dos moradores sem comprometer as atividades desenvolvidas pela escola.
Até o fechamento desta matéria, a Secretaria de Educação ainda não havia se pronunciado sobre as reclamações apresentadas pelos moradores.











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